NC
Aceitando · 2026
SEGUROS · PRESENÇA DIGITAL QUE ENTENDE O SETOR

Sites para corretorasde seguros.

A sua corretora merece um site do tamanho do seu trabalho.

Construo ele com você — entendendo de seguro tanto quanto de código.

rolar
Solo studio · Curitiba
Aceitando 2 projetos · 2026
POR QUE ISSO IMPORTA AGORA

Hoje, antes de fechar um seguro, o cliente pesquisa o seu nome.

Indicação e WhatsApp continuam trazendo o contato — mas, antes de confiar uma apólice a você, a pessoa procura a sua corretora na internet. O que ela encontra ali decide se a conversa avança. Presença digital deixou de ser vitrine: é onde a confiança começa, ainda mais num produto que se vende pela confiança.

Não se trata de estar na moda. Seguro é uma decisão de confiança, e confiança hoje se confere online. Um perfil de rede social ajuda a aparecer, mas é um espaço alugado: a regra muda, o alcance cai, e ele não responde quando alguém digita o nome da sua corretora no Google. O site é o endereço que é seu — o lugar que você controla, que aparece na busca e que mostra, em poucos segundos, que ali tem uma corretora séria. As redes distribuem; o site ancora. Os dois juntos é que fazem o conjunto funcionar.

DE ONDE EU VENHO

Eu venho do mesmo mercado que você.

Passei nove anos dentro do setor de seguros — da operação de uma InsurTech ao controle de certificados de seguro (COI). Apólice, endosso, sinistro, prêmio, SUSEP, LGPD não são palavras que pesquisei para te atender: é o vocabulário com que eu trabalho. Na prática, isso significa que a gente não gasta as primeiras reuniões com você me explicando o seu negócio — eu já chego entendendo, e a conversa começa onde importa: como o site vai trabalhar pela sua corretora. O Brasil tem mais de 60 mil corretoras registradas (Fenacor/SUSEP, 2025); o que diferencia a sua não é o ramo que vende — é parecer, online, do tamanho que ela já é.

60.000+
corretoras registradas no Brasil Fenacor / SUSEP · 2025
O QUE NÃO PODE FALTAR

O que o site de uma corretora de seguros precisa ter?

Um bom site de corretora faz três coisas ao mesmo tempo: converte (transforma a visita em cotação), respeita as regras do setor (identificação correta e cuidado com os dados) e fala a língua do ramo que você vende. A maioria entrega uma e deixa as outras duas pelo caminho — e é aí que a corretora some na busca ou tropeça no jurídico.

01

Converter, não só existir.

Um site de corretora existe para virar cotação — não para ser um cartão de visitas. Na prática: um convite claro para pedir cotação, um formulário curto que não assusta, a prova de quem você é (anos de mercado, ramos, registro) e o carregamento rápido, porque cada segundo a mais derruba contato. Uma vitrine estática que não gera contato é custo, não ativo.

02

Respeitar as regras do setor.

Corretora é atividade regulada, e o site faz parte da fachada: ele precisa se identificar como “Corretora de Seguros” e tratar o dado do visitante dentro da LGPD. Não é detalhe estético — é o que separa um site tranquilo de um problema esperando para aparecer. Detalho isso nos dois blocos a seguir.

03

Falar a língua do ramo certo.

O que convence em Garantia não é o que convence em Saúde empresarial. Cada ramo tem o seu comprador, o seu receio e o seu vocabulário — apólice, endosso, sinistro, prêmio, DPS não são enfeite, são o sinal de que ali tem gente que entende. Um site que fala “soluções em seguros” para todo mundo acaba não falando com ninguém.

AS REGRAS DO SETOR
I · SUSEP

O que a SUSEP espera do site de uma corretora?

A regra mais direta é a identificação: o site precisa deixar claro que ali se exerce corretagem de seguros — a expressão “Corretora de Seguros” ou “Corretagem de Seguros” é obrigatória no material da corretora, e o site entra nisso (Circular SUSEP 127/2000, art. 8). Exercer corretagem exige registro e habilitação na SUSEP (art. 3); o site não cria essa exigência, mas tem de ser coerente com ela.

Vale um cuidado que poucos comentam: a SUSEP não é um selo de aprovação. Não existe “site aprovado pela SUSEP”, e a própria autarquia é explícita ao dizer que o registro de um plano “não implica incentivo ou recomendação à sua comercialização” (Circular 256/2004). Exibir o número de registro é uma boa prática de transparência e passa seriedade — mas eu trato isso como boa prática, não como obrigação legal, porque não é o que a norma diz. O que eu garanto no site é a identificação correta da sua corretora, sem confundi-la com uma seguradora.

Circular SUSEP 127/2000Circular 256/2004Consulta Pública 5/2025
II · LGPD

E a LGPD no formulário de cotação?

O formulário de cotação coleta dado pessoal — e, quando o seguro é de vida ou saúde, coleta dado sensível (a LGPD trata informação de saúde como dado sensível, art. 5º, II). Dado sensível pede um consentimento específico e destacado: na prática, um checkbox que o visitante marca por vontade própria (nunca pré-marcado), a finalidade escrita ali no formulário, o link para a política de privacidade e só os campos que você realmente vai usar.

A diferença entre um formulário que protege a corretora e um que vira dor de cabeça está em detalhes que a maioria dos sites ignora: o consentimento não pode vir embrulhado no aceite genérico de cookies; a finalidade (“usar seus dados para elaborar a cotação”) precisa estar onde a pessoa decide enviar; os dados trafegam de forma segura; e você guarda só o necessário, pelo tempo necessário. Eu trato o dado da cotação — e o dado de saúde, quando há — com esse cuidado por padrão, não como um extra. É o mesmo rigor que aplico em segurança e privacidade nos outros produtos que escrevo.

LGPD · Lei 13.709/2018Art. 5º, II — dado sensível
SER ENCONTRADO

De que adianta um site bonito que ninguém acha?

Um site só trabalha pela sua corretora se aparecer quando o cliente procura — e se abrir antes de ele desistir. Por isso trato duas coisas como parte do projeto, nunca como extra: ser encontrado no Google (inclusive na busca local, do tipo “corretor de seguros na minha cidade”) e carregar rápido em qualquer celular.

Velocidade não é capricho técnico: cada segundo a mais derruba contato, e a busca rebaixa quem é lento. Eu construo o site leve, com a estrutura que os buscadores entendem, e organizado pelos ramos que você de fato trabalha — porque é assim que ele é achado por quem procura justamente aquilo. A meta é simples e dá para medir: abrir em menos de 2,5 segundos, sempre.

LCP < 2,5s
Sempre. Mesmo no 4G ruim.
CASO EM FOCO · BOUTIQUE DE SEGUROS

Uma corretora que não parece uma landing de seguro.

Cinco verticais, blog e biblioteca editorial — um site que parece um portfólio de arquiteto. Dá para navegar pelo site real, aqui dentro.

Next 16shadcnMDXRHFZod 4Firebase Hosting
TRABALHA COM O QUE VOCÊ JÁ TEM

O site não substitui as suas ferramentas — ele conecta tudo.

Você provavelmente já usa multicálculo, sistema de gestão, CRM e o WhatsApp na linha de frente. Eu não chego para trocar nada disso: o site entra como a camada que dá uma cara só ao conjunto e conduz o cliente até o canal certo. O multicálculo eu integro ao que você já paga; o botão de WhatsApp fica no ponto exato onde a pessoa decide falar com você.

A ideia é cada parte fazer o que faz melhor. A indicação e as redes trazem gente; o site dá credibilidade e captura o contato qualificado; as suas ferramentas tocam a operação. Em vez de mais uma assinatura para administrar, você ganha um ponto central que faz o resto valer mais.

Indicação · Redes
trazem gente
Site da corretora
dá credibilidade · captura contato qualificado
Multicálculo · CRM · WhatsApp
tocam a operação
COMO TRABALHAMOS

Quatro coisas que eu não abro mão.

  1. 01Escrevo o produto inteiro — front, back, testes e conteúdo.
  2. 02Falo a língua do seguro. O conteúdo técnico não é chute — é ofício.
  3. 03Performance é compromisso, não enfeite: abre em menos de 2,5 segundos.
  4. 04Um cliente por vez. Você fala direto comigo, do início ao fim.
O QUE ENTRA

Tudo. Eu não fatio o produto.

Front, back, conteúdo, testes, performance e LGPD — um produto inteiro, escrito pela mesma pessoa que entende o seu setor. Multicálculo, gestão e CRM você já tem; eu integro com a cara do seu site. O que falta é o site do tamanho da sua corretora.

RAMOS QUE EU JÁ FALO
GarantiaD&OCyberSaúde empresarialRuralRCEmpresarial
PERGUNTAS DIRETAS

Perguntas que sempre aparecem na primeira conversa.

01Quanto custa um site para corretora de seguros?
Não publico tabela de preços — precifico pelo valor do ativo que o site gera, não por hora. Te passo o investimento exato e o escopo na primeira conversa. Como trabalho um cliente por vez, cada projeto é orçado pelo que realmente exige.
02Estúdio de um homem só dá conta da minha corretora?
Dá — e é justamente a vantagem. Um só responsável, do início ao ar, sem repassar para freelancer. Por isso aceito poucos projetos por vez: o seu tem atenção integral.
03Quanto tempo leva para ficar pronto?
Você recebe um prazo real na primeira conversa — sem promessa de 15 dias que vira três meses. Como trabalho um cliente por vez, não há fila.
04Depois de pronto, eu consigo mexer no site?
Consegue. Entrego com o conteúdo editável e te mostro como trocar texto e publicar. Se preferir não tocar no código, ofereço manutenção contínua.
05Preciso trocar o meu multicálculo, CRM ou WhatsApp?
Não. O site entra por cima do que você já usa: integro o multicálculo e ligo o WhatsApp no lugar certo. A ideia é conectar as suas ferramentas, não substituí-las.
06E a LGPD no site da corretora?
Já vem resolvida: consentimento destacado, política de privacidade e um formulário que trata dado pessoal — e de saúde, quando há — com o cuidado que a lei pede. Oriento sobre os requisitos; a conformidade final é da corretora.
CONVERSAR

Tem uma corretora?
Vamos conversar.

natancardealrodrigues@gmail.com
WhatsAppRespondo em até 24h. Aceitando dois projetos para 2026.